sábado, 26 de novembro de 2011

Natal


Como sou volúvel! Em outras épocas eu estaria doida para montar uma árvore de Natal, cheia de luzinhas piscando, enfeites variados, invenções e ideias criativas. A guirlanda já estaria na porta. Com certeza! 
Neste ano não estou com a minima disposição, tem tanta coisa para eu fazer que isso tudo se torna tão "besta". Já pensei em me desfazer de toda a traquitana de Natal. Eu estou em linha de desapego, diga-se de passagem, ando arrumando e me desfazendo de um monte de coisas. Eu me pergunto: Vai mesmo fazer esse artesanato? Tem certeza? Está dando tempo? Você tem tempo para se dedicar a isso? Quanto tempo já está guardado? Depois de todo esse tempo ainda pensa que vai fazer? Se tivesse que fazer já teria feito, e assim vou separando as traquitanas. Já tenho três volumes separados só esperando a disponibilidade de levar fora. Vamos abrir espaços para os novos projetos e que não são poucos. Deixe os antigos irem embora, procurarem outros "donos", outras pessoas que estão dispostas e que que tem disponibilidade para se dedicarem a eles. 
Vamos a luta. Renovação é a palavra de ordem!

domingo, 20 de novembro de 2011

Um dia de 48 horas ou vários...

Eu quero costurar, quero estudar, varias matérias por sinal, quero montar minha palestra de sexta feira, quero escrever, quero lavar, passar, cozinhar limpar essa casa, terminar de arrumar meu armário, ahhhh preciso ir no sapateiro, no mercado, na feira, falar com o mecânico, passar no sebo, e quero cozinhar também e namorar é lógico! E esse computador que não anda, e esse relógio que anda depressa demais. Essas horas voando, nem se tivesse 48 horas ia resolver o problema. E eu estou de férias, seria lógico que tivesse mais tempo, mas não, o tempo some, escorre entre meus dedos. Pare esse relógio!!!!

domingo, 6 de novembro de 2011

Passei

Passei da marca dos 50.000. Que lega!

Criticas


As pessoas sabem criticar, mas será que as criticas são realmente salutares?

Uma perguntinha bem simples, “se alguma coisa não nos agrada, se achamos que aquilo poderia ser feito de outra forma, o que vamos fazer para mudar?”. Ou o que estamos fazendo para mudar?
Percebem? As pessoas criticam, apontam erros, dizem que poderia ter sido de outra forma, acham um monte de defeitos e etcetera e tal, mas a pergunta que não quer calar é: E o que a pessoa fez? O que a pessoa está fazendo? E o que ela pretende fazer para mudar isso?
Isso é em todas as situações, seja no trabalho, em casa, em família, na comunidade, no governo, no Pais!
O que estamos fazendo, efetivamente, para mudar?
Podemos citar exemplos e mais exemplos de como uma pessoa pode mudar as coisas que julga errado no trabalho, na casa, na família, na comunidade, no governo, no País, mas não tem necessidade, por que as pessoas sabem, sabem o que está errado e o que pode ser feito para corrigir, mas arregaçar as mangas... Bem aí já é outra história.
Ser pedra é fácil, muito fácil, agora ser telhado...  Bem ser telhado, vidraça é bem mais difícil.
As pessoas preferem ficar na “zona de conforto”, sentadinhas e apontando as falhas dos outros. Cômodo, não é mesmo?
“Ahhhhh, eu não posso fazer nada” Será mesmo que não podemos fazer NADA? No mínimo podemos ser o exemplo para os outros, fazendo a coisa certa e a coisa certa é estimular quem faz, mesmo que faça errado. Por que a pessoa está pelo menos tentando fazer, enquanto que o “critico” está somente observando, reparando, corrigindo, dando "pitarco". Fácil! Muito fácil!
Apontar falhas depois de outro ter feito é fácil, depois do fato consumado, depois da “coisa” pronta é fácil. Agora fazer, mesmo que com defeitos, é outra história!

* Quando eu escrevo: O que estamos fazendo, efetivamente, para mudar? É claro, evidente que eu me incluo também. Eu também me pego tecendo comentários a respeito disso, daquilo, porém reflito e penso: o que eu posso fazer para mudar? Se eu não posso mudar o outro, posso me mudar e se não puder fazer uma coisa nem outra, tenho que aceitar as limitações do outro e as minhas também!