terça-feira, 30 de agosto de 2011

Promoção do dia

"Você paga as minhas contas e ganha o direito de cuidar da minha vida!"


Ótima, adorei! A autoria não é minha, mas eu assino embaixo!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Como se livrar de um vicio...

Eu larguei de fumar duas vezes, e só voltei uma vez, eu acho que sei como largar um vicio.
Na primeira vez que larguei foi "derepente". Resolvi que largaria em um dia, o escolhido foi o dia 06 de dezembro de ... (deixa pra lá). Bom eu larguei no dia marcado e na hora combinada comigo mesma. Sofri muito, ficava nervosa, irritada, brigando com o mundo. mas larguei.
Voltei a fumar oito anos depois, sabe como é? voltei para São Paulo, morava na casa do meu irmão, ele, minha cunhada e minha outra irmã fumavam, dava uma tragadinha aqui, outra ali e acabei voltando.

Mas vamos ao assunto: Para largar um vicio é preciso querer.
Eu quero largar um vicio! Querer.
Por que eu quero largar esse vicio! Esse vício está me fazendo mal! Saber o porque se deve largar esse vicio.
E tentar, tentar, tentar, quantas vezes cair, quantas vezes levantar. Quantas vezes fraquejar, quantas vezes recomeçar.


domingo, 21 de agosto de 2011

Cadê minha pagina do Twitter?

Abre a página, mas não tem nadica de nada...Que faço?


*ufa... apareceu, depois de horas!

Apegos - Móveis de estimação



Existem pessoas apegadas a outras, existem pessoas apegadas a animais. Eu já fui uma dessas, eu era muito apegada a Pitchula, porém não deixava de viver por causa dela, eu tentava ajeitar a situação, fazia as coisas de tal forma que colocava ela na minha vida, sem contudo deixar de viver. Só que no caso eu tinha retorno. A Pitchula me dava muito amor e companherismo. Ela era uma parceira. Tinha retorno!
E existem pessoas apegadas a objetos materiais. Apegadas a casas, carros, objetos materiais. Objetos que se estragam, envelhecem, quebram, apodrecem e não dão retorno.

Eu achei ótima aquela propaganda de móveis de estimação. Será que as pessoas vendo esse comercial podem fazer uma pequena analise de suas próprias vidas e perceberem como estão seus relacionamentos? Veja o protagonista do mesmo, chega sozinho em casa, não tem quem o receba, e sua interação é com uma cadeira... Poderia ser a televisão, a poltrona da sala, o fogão da cozinha, qualquer objeto. É uma casa feia, velha e sem graça e ele só tem a cadeira para interagir. Triste não é mesmo?

Eu conheço varias histórias de casais que não se separam para não terem que dividir os bens. Não terem que sair do seu apartamento, da sua casa, da sua empresa e começarem uma vida nova e vão se arrastando em um casamento patético, uma relacionamento esquisito, no qual ninguém da família é feliz, somente para não largarem seus "móveis de estimação". Triste. Muito triste! E assim vão envelhecendo, e cada vez mais apegados a esses "móveis de estimação". Sem se darem conta que  a vida está passando, e eles envelhecendo e morrendo aos poucos junto com seus apegos materiais. 

Mas fazer o quê, não é mesmo? Cada um se apega naquilo que lhe apetece. Eu prefiro me apegar nas pessoas. Hoje eu não tenho meu "pequeno apego de pelos". Infelizmente!

E graças a Deus não tenho apego a nada de material! Gosto dos meus objetos, gosto, eles me são úteis, são, mas se precisar me livrar deles por algum motivo não vou sofrer. Eu tenho o mais importante: a Vida, dadiva maravilhosa que Deus me deu e com a qual eu posso adquirir outros objetos, conseguir tudo de novo.

Viver é correr riscos!


domingo, 14 de agosto de 2011

Labace 2011




Nós fomos na Labace no sabado. Estava ótima. muito mais aviões do que nos outros anos. Tava tudo bem juntinho, apertadinho. Juro que não sei como deu para estacionar tudo aquilo lá naquele lugar abandonado. Por falar no lugar, até quando vai ficar essa novela da VASP? Todo ano eu escuto alguém falar que a Infraero vai reformar aquele lugar. Tão abandonadinho, tão feio e a organização da Labace consegue fazer a magica de deixar o local prontinho para receber aqueles aviões executivos, lindos, caros. Veja por essa foto os aviões da VASP ao fundo, "escondidos" se deteriorando. Dá um dó não é mesmo?

domingo, 7 de agosto de 2011

O tempo urge

O tempo está passando, cada vez mais rápido. Já passou a metade do ano, já é quase dias das crianças, para o Natal falta um piscar de olhos. 

Estive conversando sobre o tempo esses dias com o homem que me sorri com os olhos e conclui que as pessoas pensam que tem a eternidade pela frente, elas agem como se tivessem a eternidade, que podem deixar tudo para amanhã. para o mês que vem, para o ano que vem... Vão empurrando com a barriga, com as mãos, com os pensamentos. Só que nós NÃO  temos a eternidade pela frente, o nosso espirito até pode ter, mas nosso corpo físico não e a cada dia morremos um pouco, a cada dia que passa nosso organismo envelhece e vai se aproximando do fim, aproximando do seu desenlace. O Corpo vai falindo a cada dia, o desgaste é natural, mas as pessoas acham que são imortais e agem como tal. Infelizmente. 
Sêneca tem alguns pensamento sobre a morte que eu compartilho:

"Morremos como mortais que somos, e vivemos como se fôramos imortais." 

"Nisto erramos: em ver a morte à nossa frente, como um acontecimento futuro, enquanto grande parte dela já ficou para trás. Cada hora do nosso passado pertence à morte. " 

"Não é da morte que temos medo, mas de pensar nela."
[ Lucius Annaeus Sêneca ] 

Quando pensamos que somos seres mortais e que amanhã poderemos não estar mais aqui nessa Terra, pelo menos com nosso corpitcho, viveremos melhor o dia de hoje. ao termos consciência que a vida está se esvaindo pouco a pouco e que a nossa saúde também, que nossos órgãos estão envelhecendo, falindo e se aproximando cada vez mais do fim, aproveitaremos HOJE  as oportunidades que a vida nos dá de sermos felizes.

Quem já perdeu pessoas queridas como eu, já tem uma consciência mais ativa; sabemos que a morte nos arrebata as pessoas mais rápido que queríamos, e que se deixamos de ser felizes hoje, podemos não ter a oportunidade de sermos amanhã. O hoje é importante, a hora é agora. Depois... só  Deus sabe...

Vive melhor quem tem plena consciência da sua própria finitude!

Companheiro ideal

"O companheiro ideal não pode ter menos que quatro patas" Ouvi agora o Miguel Falabella dizendo.