segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Coisas que a vida ensina depois dos 40

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Amor não se implora, não se pede, não se espera... Amor se vive, ou não.

Ciúmes é um sentimento inútil. Não torna ninguém fiel a você.

Animais são anjos disfarçados, mandados à terra por Deus para
mostrar ao homem o que é fidelidade.

Crianças aprendem com aquilo que você faz, não com o que você diz.

As pessoas que falam dos outros pra você, vão falar de você para os outros.

Perdoar e esquecer nos torna mais jovens.
 
Água é um santo remédio. 
Deus inventou o choro para o homem não explodir. 
Ausência de regras é uma regra que depende do bom senso.

Não existe comida ruim, existe comida mal temperada.

A criatividade caminha junto com a falta de grana.

Ser autêntico é a melhor e única forma de agradar.

Amigos de verdade nunca te abandonam.

O carinho é a melhor arma contra o ódio.

As diferenças tornam a vida mais bonita e colorida.

Há poesia em toda a criação divina.

Deus é o maior poeta de todos os tempos.

A música é a sobremesa da vida.

Acreditar, não faz de ninguém um tolo. Tolo é quem mente.

Filhos são presentes raros.

De tudo, o que fica é o seu nome e as lembranças acerca de suas ações.

Obrigado, desculpa, por favor, são palavras mágicas, chaves que
abrem portas para uma vida melhor.

O amor... Ah, o amor...
O amor quebra barreiras, une facções, destrói preconceitos,
 cura doenças...
Não há vida decente sem amor!
E é certo, quem ama, é muito amado.
E vive a vida mais alegremente... 





Artur da Távola

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Paraty - As Pedras

Uma das coisas que mais me impressionou em Paraty foi o calçamento do Centro Histórico. Fui pisando naquelas pedras e imaginando como elas foram levadas  para lá, e como deve ter sido difícil coloca-las em todas as ruas, a custa de quanto suor, quanta dor foi realizado esse trabalho...
Para caminhar sobre elas é preciso atenção, por que se escorrega, pisa em falso, vira o pé. Não dá para caminhar batendo papo distraída. Salto alto? Nem pensar. Chinelo já é difícil, melhor tenis.
Acessibilidade é zero; não consigo imaginar um cadeirante passeando por ali, nem um deficiente visual sozinho. E o pessoal ainda anda de bicicleta, imagina? Em uma das ruas que dá para passar de carro, já sacoleja pra caramba! 
Ali se respira História. Parece que a qualquer momento vai sair uma sinhazinha na janela. Ou uma porta vai se abrir e aparecer um escravo carregando alguma coisa. É um lugar mágico.

 Fiquei encantada.

 Curiosa também, preciso pesquisar para saber mais sobre o esgoto, canalização de água, essas coisas. A água fluvial passa pelo meio da rua, como podem perceber nas fotos.

Depois escrevo mais.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

domingo, 16 de janeiro de 2011

Saudades

Hoje é um daqueles dias dificílimos. Quando fico muito tempo em casa, o coração aperta muito.
Eu estava acostumada a sempre fazer varias paradas, fosse o que estivesse fazendo, para dar atenção a Pitchula. Podia estar ocupadissima, sempre tinha a pausa para ela, Para leva-la a passear, para brincar com ela, para fazer um carinho. Sempre foi assim. 
Agora estou aqui sozinha e não vejo sentido nas coisas. Dói pra caramba. 
Me sinto terrivelmente só. Já saí para rua, andei, passeei. Nada me agrada, nada me apetece, nada me faz alegrar. Se me perguntarem hoje se eu faço questão de viver, vou responder, sinceramente, que viver ou morrer não faz a menor diferença.

sábado, 15 de janeiro de 2011

Atitudes

Aiaiaiai,

As vezes temos que tomar algumas atitudes na vida que doem pra caramba. Mas não adianta, temos que tomar, não tem jeito...
As situações se repetem, sai ano, entra ano pouca coisa muda e o que muda é só superficialmente, por que quando nos deparamos com a realidade o interior aflora e as coisas continuam exatamente como eram antes, apenas escondidas. 
Nós temos a tendência de nos acomodarmos em uma situação, esperando que os problemas se resolvam, mas não se resolvem. Aparentemente pode até parecer que estão se resolvendo, mas no fundo as pessoas continuam sendo as mesmas, com os mesmos comportamentos, infelizmente! 
Malhar em ferro frio? Não dá. 
Vamos ter que admitir que não adianta, que é besteira ficarmos insistindo, brigando, lutando por algo que provavelmente nunca vai mudar. Infelizmente...
Dói, dói muito, a gente sofre, mas temos que entender que nada vai mudar se nós não mudarmos.  Não adianta ficarmos nos desgastando a toa. 
Estou triste... 

domingo, 9 de janeiro de 2011

O que fazer após uma decepção?


Todos nós pensamos que uma decepção é ruim. Pode ser que a principio seja muitooooo ruim, mas os benefícios que pode acarretar são ótimos. 
Por que nós nos decepcionamos? Por que nos iludimos, criamos expectativas em relação a uma situação, a uma pessoa, certo? Quando sofremos a decepção sentimos frustração,  raiva, mágoa... Mas depois de passado esses sentimentos, por que passa, se quisermos é claro! Não somos masoquistas para ficarmos destilando esse veneno dentro de nós indefinidamente. Nós sentimos até onde for necessário, curtimos essa raiva, imaginamos vinganças e revezes. Mas passa. 
Agora o importante é: O que vamos fazer a partir daí! Podemos continuar nos iludindo( e nos decepcionando outras vezes...), podemos continuar a sentir raiva, podemos planejar vinganças, e podemos usar essa decepção em nosso favor. 
Qual a atitude mais inteligente? Usar essa decepção, essa frustração para nos impulsionar para a frente. Por que a partir do momento que nos despojamos das ilusões, sejam elas em relação a uma situação ou a uma pessoa, nós ficamos mais leves e mais abertos a coisas novas. A função de uma decepção é abrir caminho, é abrir portas da nossa mente. é nos impulsionar, nos alavancar. É como um pontapé, pode até parecer ruim a primeira vista, pode doer, mas que nos obriga a ir para frente, levantar e seguir adiante.

Noites insones

Eu levanto todo dia por volta das cinco horas da manhã, agora que deixei de fazer plantão. 
Eu não sou uma pessoa que dorme muito, sete horas por noite está bom, mas meu horário ideal de acordar é lá pelas 7 hs (sete horas da manhã). 
Passo a semana inteira pensando no fim de semana, uma horinha a mais vai fazer tanta diferença... No sabado e domingo se eu acordar as 7hs sou tão feliz...
Tive, ao longo dessa semana, noites horríveis. Tem um bar  na frente do prédio, e esse pessoal bebe, bebe, bebe, quando chega lá pelas duas da manhã eles desandam a brigar. Mesmo uma conversa eu já escuto nitidamente do meu quarto, imagina uma briga! Parece que os "desinfelizes" estão dentro do quarto.
A Fisica deve explicar; o som sobe? Por que na rua eu não escuto tão perfeitamente como escuto dentro do quarto, e eu estou no 5º andar!  
Bem, nesse fim de semana, tão ansiosamente esperado, fiquei gripada. Na noite passada fiquei com nariz entupido, garganta arranhando, estado febril. Terrível. Nessa noite já fui deitar acompanhada... pelo rolo de papel higiênico, não tinha o que segurasse, me sentia uma mina d'agua. Dormi, quer dizer, tentei dormir, sentada. Ruim que dava gosto. Senti falta da minha pequena, pelo menos ela estaria ali, ao meu lado velando meu sono... Acho bonito essa idéia de alguém "velando" o sono da gente. A imagem de alguém ao seu lado, "velando", cuidando é tão maternal. Tão amorosa. 
É evidente que não consegui dormir quase nada. E o bar estava até quieto. E o nariz minando aquela coriza. Quando consegui dormir um pouco sonhei com uma piscina. Sonhei que estava na casa da falecida essa semana dona Lili Marinho. Tinha uma piscina enorme esculpida em pedra mineira, encrava na pedra, muito bonito, no sonho, nunca vi isso. e eu caminhava por sobre as pedras que fazia um caminho na agua, molhando  os pés. Acordei quase "afogada"... Não tive jeito, melhor levantar e cuidar da vida.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Cara feia é fome!

Eu acho muito engraçado quando as pessoas ficam de cara fechada, cara feia, ficam "de bico". 
Sabe aquele tipo que fica injuriado com a gente e não vem conversar para colocar as coisas em prato limpo? Sempre achei que uma boa conversa resolve muita coisa, colocamos nosso ponto de vista, o "oponente" coloca o dele e tentamos chegar em um consenso. Sabe como? Conversando a gente se entende?
Agora, aquelas pessoas que ficam de cara fechada, "de mal" vai "comer sal" no que depender de mim. É dois trabalhos, "ficar de bico" e "desficar". Não espere que eu vá ficar atrás perguntando o que está acontecendo, o que eu fiz, o que eu falei que a pessoa não gostou e assim por diante. Não conte com isso. Não vou mesmo.
Acho que pessoas adultas não ficam de mal. Principalmente amigos, colegas de trabalho, irmãos, familiares. Quando a pessoa não serve para ser meu amigo, eu continuo tratando com educação, converso o necessário e pronto. Não vou "estreitar" laços com quem eu não tenho afinidade, mas por outro lado as pessoas que me são caras eu posso brigar, falar um monte, dizer tudo o que penso e sinto e vou continuar convivendo com ela normalmente. 
Vejam bem, estou falando de relações afetivas amigáveis, familiares, profissionais. Diferente de relações amorosas. Aí sim eu fico "de bico", kkkkkkkkk

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Reencontro com a Infância


Nós fomos em Itajubá-MG nesse fim de ano.
Itajubá foi a cidade na qual eu passei minhas férias de criança. Visitei parentes que não via a muito tempo. Reencontrei a infância mesmo. Vi fotos antigas, amareladas. Abraços, beijos, choros, saudades.
Quem morreu, quem descasou, quem casou, quais as crianças que nasceram. Uma coisa é certa: os que ficaram envelheceram, e como envelheceram, hahahaha.




Estou tentando colocar um vídeo que fiz na cachoeira e não estou conseguindo, amanhã tento de novo.