quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Da série: Coisas que eu não entendo - Cadeirinha de criança para carros

Eu me pergunto se quem faz essas leis pensam em todos os pormenores antes e aprovam essa leis assim mesmo, doa a quem doer, ou se fazem por pura ignorância das conseqüências. 
Eu tenho amigas que tem crianças pequenas e não tem carro; quando acontece algum evento em outro lugar, sempre tem alguém disponível para dar uma carona para as mães em questão. E agora? E daqui para a frente? Como vai ser? As mães de crianças pequenas e sem carro não saem mais de casa? Tomam ônibus? Que por sinal não tem cadeirinha e nem cinto de segurança? Esperam aparecer um taxi que tenha? E se tiverem mais de uma criança? Ficam em casa; por que um taxi não vai investir em DUAS cadeirinhas, uma já vai ser milagre. 

Agora imagina a situação; uma mulher com duas crianças penduradas no fim do dia e não tem um taxi que as pegue. Vai ser uma cena corriqueira daqui para o futuro. 

Eu tenho carro, mas não tenho criança, por que teria uma cadeirinha? Lamento, mas não poderei dar carona para as minhas amigas mães e correr o risco de ganhar uma multa pela minha boa ação. E aí posso até perder uma amizade. Por que minha amiga pode pensar que é uma maldade minha não querer leva-la. E minha consciência politicamente correta? Não posso infringir uma lei!
Não, os homens que fazem essas leis não pensam. São homens sim, mulheres pensariam nas conseqüências. Homens não andam com crianças penduradas, os que andam não fazem leis.

Ontem eu estava parada no trânsito, ao lado de uma escola na saida dos alunos, estava bem ao lado de uma Van Escolar e as crianças entrando na Van. Era um monte de crianças, não consegui contar, mas não vi nehuma cadeirinha na Van. Para idade nenhuma! 
São coisas que não entendo. 
Só sei que os fabricantes de cadeirinhas devem estar faturando uma grana legal, isso eu entendo!

domingo, 12 de setembro de 2010

E Por que não?

O fotógrafo Michel Denis-Huot fez estas fotos incríveis para o Daily Mail. Já cansado da caça, a chita  acariciou o impala por cerca de 15 minutos ...












fonte:

Reforma Intima/faxina/desapego


Quando nos propomos a arrumar um guarda roupa, geladeira, arquivos no computador, as gavetas no escritório, como procedemos?

Temos que ir tirando os os objetos dos lugares, um a um, abrindo pastas, experimentando roupas, vendo o que serve, que está aproveitável, o que não se aproveita mais, o que serve, o que está apertado, o que já foi útil um dia e hoje não é mais.

Vemos o que podemos aproveitar de todo o conteúdo e nos descartamos do resto. È indiferente o destino que vamos dar àqueles objetos descartados, pode ser para doação, pode ser reaproveitamento, reciclagem, ou apenas jogar no lixo. O que importa é que como não nos serve mais; é necessário que nos desapeguemos deles, abrindo caminho para coisas novas e que vamos usar.

É assim conosco também, de vez em quando é preciso fazer uma “faxina mental”.

Começamos a examinar cada coisa, cada gavetinha da nossa mente.
Vamos vendo o que nos serve, o que pode ser reaproveitado e aquelas que temos que descartar.
Descartando aquelas velhas mágoas, eliminando os ressentimentos, vendo o que já foi útil um dia e hoje não cabe mais na nossa vida.
Vamos tornar as coisas mais simples, descomplicar, não vale a pena ficar pensando e repensando.
Vamos trocar nossas idéias “daquele tempo” por novas que se adaptam mais aos dias atuais.

Dizem os especialistas que 70% das pessoas vivem no passado, 25% no futuro e apenas 5% no presente.
O passado é útil para ter a consciência do nosso aprendizado, nossas lições.

Aprender com o passado para usarmos no presente e assim fazermos um futuro melhor.

Mas se ficamos presos ao passado, estagnamos e não evoluímos.

Vamos deixar que os mortos cuidem dos seus mortos, como Jesus falou. Quando Ele falou isso era justamente para que as pessoas se libertassem das amarras que nos prendem ao passado.

Vamos perdoar.
Esse perdão vai fazer com que levantemos a ancora que nos mantém imobilizados.

E como no nosso armário/geladeira/computador/mesa do escritório, depois da limpeza vamos ver o que precisamos repor e o que podemos adquirir de novo que vai nos servir para tornar a vida melhor.
Para nossa vida se tornar melhor, o principal é o Amor!  Amor ao Pai, amor ao próximo como a nós mesmos, o que implica amar a nós mesmos primeiro. Lembrando Paulo na sua carta aos Coríntios, no capitulo 13 ainda; Se eu não tiver amor, não adianta nada.
E para ter amor é preciso que amemos mais, muito mais. Amor é exercício. Hoje amamos um pouco, amanhã um pouco mais e assim vamos. Quando amamos a Deus amamos sua criação, seus filhos, seus animais, a natureza. Amar é incondicional. Não amamos só por que nos amam. Amamos por que é bom.
E quando nos amamos vamos nos cuidando melhor, colocando somente sentimentos bons dentro de nós, cuidamos mais do nosso corpo, da nossa mente, do nosso espírito.E consequentemente vamos tirando de dentro da nossa mente os pensamentos viciados e viciantes que so nos fazem mal.

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Pitchula esfomeada


A Pitchula está bem, muito bem mesmo. A cadelinha está com um apetite de leoa. Está comendo comida três vezes ao dia. (Apesar que eu acho que uma leoa não deve comer três vezes ao dia...)Arroz, com frango desfiado, cenoura e inhame ralados, cozidos. E ração renal. Voltou a comer ração além da comida. A bichinha já deve ter voltado ao peso. Vamos no HOVET USP na próxima semana. Por enquanto agradecemos a Deus e a todos que torceram por ela e por mim. 

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Amarras


Às vezes, as correntes que nos impedem de sermos livres são mais mentais do que físicas.


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